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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

INTERART


QUE POVO É ESSE?

Posso chamá-los de brincantes das linguagens que norteia a história popular, como também posso chamá-los de mungagueiros das coisas lúdicas de estórias das histórias. Esse grupo teatral, tem a força de um ingazeiro e a imponência de um baobá, a resistência de uma palmácia e o carisma das ervas medicinais. Um grupo que nasce em trabalho de escola e que toma corpo e se impõe nas veias artísticas da cidade. Dentro de todo processo teatral na história de nossa cidade, esse grupo é o primeiro que é mantido pelo poder municipal de nossa cidade através do projeto TEATRO NA ESCOLA.

O QUE FAZ ESSE POVO DE BOM?



TUDO!
PRINCIPALMENTE TEATRO.

Eita grupo versátil! Já encontrei esse povo em escola promovendo ação pedagógica, nos sinais da cidade orientando os pedestres, em campanhas políticas e nos evento que são promovidos pela prefeitura de Macaíba eu os encontro. Eles carregam uma grande responsabilidade nas costas; o de se tornarem os fomentadores teatral de nossa cidade. Sabe-se que Macaíba já foi considerada "cidade teatro" em um período de uma efervescência construída nas asas de uma administração e hoje caminha esse excelente grupo no mesmo passo.  Mirar em exemplos não deve ser a receita, mas retirar ensinamentos sim. O que passou já foi, já teve o seu período e sua efervescência, mas agora é outra época e existe uma escada no caminho desse grupo. Decidir subir ou passar por ela só depende deles.


                                               
Fico aqui a pedir a Nossa Senhora da Conceição proteção para que vocês possam realmente realizar o que muitos que já passaram por nossa história teatral não conseguiram, como; o Joca Leiros, a Isabel Cruz, o José Bezerra e tantos outros que brincaram, alegraram, emocionaram, arrancaram aplausos, mas só não conseguiram solidificar o fazer teatral, não semearam nessa terra fértil.                      
                          


Essa rosa é pra vocês que fazem com maestria a arte do representar!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O DEDO QUE DITA A HISTÓRIA


         47 anos de vida e desde que me entendo por gente eu escuto  falar de política partidária, começando lá em casa. Essa história de candidatos e partidos não rezava muito bem nos rozários das comadres e compadres da redondeza de onde o miolo era a minha residência. Esse negócio de gritar nome de candidato e seguir eles por diversos partidos, nem em sonho. Fidelidade era a palavra de ordem e COR era o prevalecia. Você era verde ou encarnado. E olhe a danada da cor imperando mais uma vez. Acredito que deva existir algum estudo, tese, pesquisa em andamento que esteja se cascaviando a influência das cores na sociedade. Espero. Mas aqui quero deixar bem claro uma coisa; lá em casa não era coito de fofoqueiros  e desocupados que deixavam o feijão queimando para ficarem nas calçadas falando da vida alheia, isso NUNCA! Minha avó materna era daquelas mulheres que nasceu para a caridade. Paupérrima, mas rica de boa vontade. E acredito que ela deveria ser descendente de umas daquelas pessoas que presenciaram o milagre da multiplicação dos pães, pois nunca vi uma mulher pobre igual a vó Chiquinha para receber a parentalha do interior, povo mais pobre que nós e que recebia muito bem. Todos comiam, bebiam e pousavam dias e mais dias. Repartia com o próximo o que já era pouco para os seus. Quem herdou essas qualidades da minha avó foi minha mãe, que além dela ser professora em escola pública, também era arteira, daquelas metidas em saber fazer tudo e nesse tudo ensinava prendas domésticas as moças de nossa cidade.
         Interessante como política está nos poros e nos fazeres de cada um, construindo essa edificação infinita que se chama cultura, pulsando cada cidade, medindo o valor de cada indivíduo  e buscando na mais ínfima das armadilhas e esconderijos existente dentro de cada um os seus monstros, e os libertando em uma fervorosa compulsão. essa e a força da danada da política que exalta os lideres, os espertos e ambiciosos e que expõe na real revelação quem realmente você é. "Queres conhecer o homem? Dê poder a ele" Mas no tempo do MDB e ARENA era tudo festa, folia, diversão. Pra nós que só conhecia festa de ano em ano nas comemorações da padroeira da cidade, aquele período era de muita alegria. Era um verdadeiro circo, onde nós éramos os verdadeiros palhaços. A tecnologia só veio desmontar esse grande circo, nos proporcionando conhecimento, nos concientizando, esclarecendo, nos informando. Olhando para trás com o olho da saudade percebo como era bom o que aquele momento político provocava em minha família, mas o olho da consciência condena revoltosamente aqueles que enriqueceram as custas da nossa inocência. Que cor é a sua hoje nessa pisada desconpassada onde árvores invisíveis se espalham nesse enorme Brasil, emaranhando-se entre nuvens e confundindo os que atentos não estão. Que cor era o seu candidato que você votou na campanha passada?


Prevaleceu o preto?

Aos poucos o circo está sendo desarmado, as famílias continuam em sua descendência, a tecnologia está cada vez mais contribuindo para a conscientização através dos veículos de comunicação e e o ARENA e MDB realizaram um farto casamento onde hoje os seus descendentes é uma disma periódica.

Juscio / 18 de agosto de 2010.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

AUTA DE SOUZA - MACAIBENSE


Dizem que ela hoje é um espírito de luz


A Escola Estadual Auta de Souza, prédio onde ela nasceu, todos os anos homenageia a sua patrona.


Hôrto, seu único livro





Busto da poetisa no pátio da Escola Estadual Auta de Souza


Homenagem do senhor José Félix no centenário da poetisa


Escola Estadual Auta de Souza. Antiga residência da poetisa.







                                    

Placa sob o arbusto plantado e cultivado pela poetisa e ainda existente no pátio da Escola.





AUTA DE SOUZA

NASCE ACM

O QUE É ACM?

Um grupo de artistas da cidade de Macaíba/RN, que decidiram se reunir e formar uma associação.

PRA QUÊ?

Para proporcionar uma organização ao movimento artístico de Macaíba.

QUEM REPRESENTA?


O cordelista Hailton Mangabeira é o nosso presidente, O maestro Genivaldo Lima é o vice presidente, o musisista Gemerson Lima é o tesoureiro e o diretor de teatro Alexandre é o secretário.  

TEM SEDE?


Na minha casa. Depois da reunião, a artistarada presente transforma o momento em um sarau fantástico. Não sei se na época da "Casa do Biscoito" era dessa forma, mas é poesia popular, música, interferências e mais música. Vai até dizer basta.

TEM MAIS FOTOS?




Depois coloco mais.